sábado, 17 de junho de 2017

dos três anos que passaram

liability
a person or thing whose presence or behaviour is likely to put one at a disadvantage.




They say, "You're a little much for me
You're a liability
You're a little much for me"
So they pull back, make other plans
I understand, I'm a liability
Get you wild, make you leave
I'm a little much for
E-a-na-na-na, everyone

They're gonna watch me
Disappear into the sun
They're gonna watch me
Disappear into the sun.

quarta-feira, 22 de março de 2017

do voltar (onde se foi feliz)

há qualquer coisa na cidade de Barcelona que me deixa sempre incrivelmente alegre.
visitei a cidade pela primeira vez em 2010, num lusco fusco de 12horas com direito a pequeno almoço, passagem pela sagrada familia, entrada no park guell, almoço, passagem pela la pedreda e batló e fim do dia nas ramblas e no hard rock da praça da catalunha.
da segunda vez, em 2012, consegui explorar a cidade até ao mar, subir a montjuic, perder-me no bairro gótico e ver cada detalhe da lindíssima batló. dizem que à terceira é de vez e sim, foi só nesta visita que entrei finalmente na sagrada família: não cometam o mesmo erro - é um dos maiores tesouros europeus inacabados e deixou-me o coração tão cheio que vou hoje trabalhar com um enorme sorriso.



nenhuma cidade se resume a um único monumento, mas conhecendo já as principais capitais europeias e mais uns quantos recantos, posso afirmar que encontrei na sagrada família os pulmões deste velho continente. e quão belo é poder inspirar tanta vida de uma vez só.



sábado, 18 de março de 2017

dos amores de infância



o novo filme é tão tão tão bom que só me apetece voltar a vê-lo vezes sem conta!
estou completamente apaixonada :)



tale as old as time
song as old as rhyme
beauty and the beast  🌹

quarta-feira, 8 de março de 2017

do que tenho ouvido em repeat


... e consequentemente não consigo parar de me rir.


dos regressos aos poemas

travo a baunilha e enrolo a lingua

sinto-te nas ausências de tudo o que persiste
em lembrar-me do silêncio
no ranger do soalho
na brisa rente ao ouvido
na calmaria da madrugada
que te entrega à minha porta.

matei-te faz já tanto tempo.

sobraram as gaivotas
de asas rentes no rio
levando e trazendo o Douro
pelos traços da cidade
para me lembrar do porquê de termos existido

já não sei sequer porque te matei
se podia simplesmente
não ter voltado nunca mais

desenrolo a língua e a baunilha regressa

(são quatro da tarde de um dia solarengo
está frio, mas não o suficiente para beber o chá
a que tento forçar-me)
perdi já conta das horas
dos traços
dos segredos
fujo tanto desta cidade por me sentir sua refém
e tu dono dela
que regresso sempre cheia de memórias
mas nunca vazia de ti.

a única certeza
que sempre carreguei
foi a de que nada nos pertence
como ponteiros destravados
de um qualquer relógio ansioso

que farei
quando as horas insistirem em passar
e eu continuar a temer?


08.03.2017
MMS

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

do partir

Mala feita pela segunda vez este ano  -  agora para uma grande aventura por cidades há muito desejadas.
Espero vir com a mente mais vazia de preocupações e o coração mais cheio de tudo!
Até já.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

de 2016 e do 2017

e não é que me esqueci de fazer o típico post de fim de ano?

2016 foi do caraças.
conheci imensas pessoas novas, arrisquei muito, viajei imenso (para sítios que nunca tinha imaginado) e consegui finalmente encontrar uma paz que não sabia que tinha,

visitei amigos antigos noutros países e recebi-os na nossa cidade de braços abertos, fui algumas vezes a Lisboa e levei novamente os meus país em viagem (desta vez à Madeira).
pus uma mochila às costas e percorri o leste europeu no verão dos meus 26 anos - conheci sítios e pessoas incríveis e, curiosamente, senti-me muito mais acarinhada neste aniversário que passei tão longe de tudo e todos.
percebi que dinheiro é um pormenor mas que o reconhecimento é importante - e a par da pressão e do trabalho, pude saborear a nova oportunidade que a minha evolução profissional me deu.

dormi muito menos e em horas muito estranhas  - isto de trabalhar por turnos faz com que dormir a qualquer hora deixe de ser anormal e faz-nos querer matar a vizinha que ouve kizomba às 14h porque não nos deitamos nem há 6 horas. mas quando se gosta do que se faz, dorme-se muito quando se pode e pouco quando se quer aproveitar o tempo e tudo nos parece um esforço redundante.

vi os meus sobrinhos crescerem, algumas pessoas partirem. vi alguns amigos muito mais vezes e outros infelizmente cada vez menos. cresci para lá da altura do corpo e compreendi para além de mim. aprendi a tolerar mais, respeitar mais, ouvir mais. berrei muito mas felizmente berrei menos. percebi em que é que devo concentrar as minhas energias e o meu tempo e magoei-me menos com o que não importa.

comi chinês, indiano, francesinhas, italiano, montenegrino, croata, esloveno, alemão, sérvio, inglês, bósnio, austríaco e japonês. comi bolo do caco e salsichas, bebi café turco e chá inglês, shots no bairro alto e, sobretudo, felicidade. bebi muita felicidade este ano,

2017 vai ser o ano de pôr em prática algumas coisas perdidas. eu sei que sou procrastinadora, mas este ano sei que tenho a calma e serenidade há muito ansiadas - e vai ser o ano, tenho a certeza.
quanto mais não seja, boa companhia não me falta para as minhas aventuras, e isso é o mais importante.

BOM ANO!


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

do recordar e do viver



“Like all great travelers, I have seen more than I remember and remember more than I have seen.”


segunda-feira, 14 de novembro de 2016

das estrelas cadentes

tenho andado tão ocupada com tudo que dou por mim parada no tempo a pensar literalmente em nada.
26 anos, novo emprego há cerca de um ano, uma promoção na cartola, uma equipa para gerir e mil coisas para aprender. viagens para planear, histórias para escrever e tanta, tanta coisa boa para dar aos outros e ao mesmo tempo receber.
por agora fico-me por esta(s) músicas fantástica (s).
só para não dizer que não venho cá escrever nada, tá bem? :)



❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤ ❤




quarta-feira, 12 de outubro de 2016

dos saltos no escuro e do crescer


há um ano atrás sentei-me a uma secretária a ouvir uma carrada de novos conceitos e, sem perceber nada de nada, fiquei a pensar se não teria cometido um grande erro ao saltar de cabeça para um projecto novo e incerto. semanas depois, com a formação teórica feita, fui atirada aos lobos, assinei um contrato e o meu coração sossegou - ''quem muda, Deus ajuda''.
recebi há dias a notícia de que vou ser promovida.
nem tudo é um mar de rosas, mas crescer tem um ar cada vez mais apetecível!
um brinde à idade adulta - e aos riscos que tomamos. cheers.