“Like all great travelers, I have seen more than I remember and remember more than I have seen.”
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
das estrelas cadentes
tenho andado tão ocupada com tudo que dou por mim parada no tempo a pensar literalmente em nada.
26 anos, novo emprego há cerca de um ano, uma promoção na cartola, uma equipa para gerir e mil coisas para aprender. viagens para planear, histórias para escrever e tanta, tanta coisa boa para dar aos outros e ao mesmo tempo receber.
por agora fico-me por esta(s) músicas fantástica (s).
só para não dizer que não venho cá escrever nada, tá bem? :)
26 anos, novo emprego há cerca de um ano, uma promoção na cartola, uma equipa para gerir e mil coisas para aprender. viagens para planear, histórias para escrever e tanta, tanta coisa boa para dar aos outros e ao mesmo tempo receber.
por agora fico-me por esta(s) músicas fantástica (s).
só para não dizer que não venho cá escrever nada, tá bem? :)
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016
dos saltos no escuro e do crescer
recebi há dias a notícia de que vou ser promovida.
nem tudo é um mar de rosas, mas crescer tem um ar cada vez mais apetecível!
um brinde à idade adulta - e aos riscos que tomamos. cheers.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
do coração em chamas
tenho uma sagres radler no colo e o coração em chamas.
este ano passou a correr e trouxe-me tanta coisa boa e diferente que nem sei bem por onde começar.
tenho 26 anos. nunca pensei poder ultrapassar o quarto de século e continuar a poder sentir-me uma adolescente incapaz de tomar conta sequer de um hamster - mas é possível.
está prestes a fazer um ano que mudei de um emprego onde estava há sete e já fez um ano que tirei a carta - se me estiverem a ouvir senhores polícias, estou com a sagres no colo porque não pretendo pegar mais no carro hoje.
este ano fiz três viagens - desde visitar amigas a percorrer 7 países em 13dias, este ano serviu para respirar europa fora e ainda há planos para mais uma escapadela em Outubro. (e não vou nem falar dos planos para 2017 que até fico tonta!)
estou solteira. e digo finalmente isto com uma certeza como nunca disse. porque se com 18 anos me pavoneava pela faculdade senhora de mim, do meu tempo e interesses, e emprego e faculdade e praxe e amigos, a verdade é que nunca estive verdadeiramente só comigo mesma, havia sempre aquela mensagem, aquele date, aqueles amassos. e com os 26 anos vieram os critérios e a paz de saber que estar solteira é uma escolha que fiz com toda a consciência do que isso implica - a vida não foi amiga nesse campo mas, felizmente, penso já ter conseguido aprender que há confusões que podemos evitar, por mais apelativas que nos pareçam.
já vivi grandes histórias, conheci homens incríveis, tive loucas declarações de amor e gestos que ainda hoje recordo com os olhos a brilhar. desde o retrato que me fizeram quando tinha 17 anos à bola de berlim que me deram numa noite qualquer em que me incentivaram pela primeira vez a ligar um carro e conduzir - novamente, senhores polícias, se me estiverem a ouvir, eu não conduzi propriamente, porque o carro foi logo abaixo, ok?
neste momento, escolho estar sozinha por não ter sede de grandes histórias ou gestos. neste momento escolho-me a mim em prol de uma história.
porque o retrato ainda o guardo e a bola de berlim diluiu-se algures entre a celulite das coxas, mas é ao meu coração em chamas que devo todos os dias a sorte de sentir e estar viva.
e neste ano que passou, o ter estado sozinha permitiu-me arder ainda mais e conhecer o mundo e fazer planos e projectos e curtir a juventude que está a desaparecer ao virar da esquina.
tudo tem o seu tempo - e este ano foi o meu.
talvez volte a sede louca de mais uma história que me quebrará em cacos, mesmo eu dizendo agora que aprendi não a ter certezas, mas sim a reconhecer e fugir das dúvidas.
quem sabe? por agora, fico eu e o meu coração em chamas, refrescados por uma sagres radler numa tarde de verão, pós laboral, e que bem que sabe não ter medo deste silêncio. que bem que sabe.
este ano passou a correr e trouxe-me tanta coisa boa e diferente que nem sei bem por onde começar.
tenho 26 anos. nunca pensei poder ultrapassar o quarto de século e continuar a poder sentir-me uma adolescente incapaz de tomar conta sequer de um hamster - mas é possível.
está prestes a fazer um ano que mudei de um emprego onde estava há sete e já fez um ano que tirei a carta - se me estiverem a ouvir senhores polícias, estou com a sagres no colo porque não pretendo pegar mais no carro hoje.
este ano fiz três viagens - desde visitar amigas a percorrer 7 países em 13dias, este ano serviu para respirar europa fora e ainda há planos para mais uma escapadela em Outubro. (e não vou nem falar dos planos para 2017 que até fico tonta!)
estou solteira. e digo finalmente isto com uma certeza como nunca disse. porque se com 18 anos me pavoneava pela faculdade senhora de mim, do meu tempo e interesses, e emprego e faculdade e praxe e amigos, a verdade é que nunca estive verdadeiramente só comigo mesma, havia sempre aquela mensagem, aquele date, aqueles amassos. e com os 26 anos vieram os critérios e a paz de saber que estar solteira é uma escolha que fiz com toda a consciência do que isso implica - a vida não foi amiga nesse campo mas, felizmente, penso já ter conseguido aprender que há confusões que podemos evitar, por mais apelativas que nos pareçam.
já vivi grandes histórias, conheci homens incríveis, tive loucas declarações de amor e gestos que ainda hoje recordo com os olhos a brilhar. desde o retrato que me fizeram quando tinha 17 anos à bola de berlim que me deram numa noite qualquer em que me incentivaram pela primeira vez a ligar um carro e conduzir - novamente, senhores polícias, se me estiverem a ouvir, eu não conduzi propriamente, porque o carro foi logo abaixo, ok?
neste momento, escolho estar sozinha por não ter sede de grandes histórias ou gestos. neste momento escolho-me a mim em prol de uma história.
porque o retrato ainda o guardo e a bola de berlim diluiu-se algures entre a celulite das coxas, mas é ao meu coração em chamas que devo todos os dias a sorte de sentir e estar viva.
e neste ano que passou, o ter estado sozinha permitiu-me arder ainda mais e conhecer o mundo e fazer planos e projectos e curtir a juventude que está a desaparecer ao virar da esquina.
tudo tem o seu tempo - e este ano foi o meu.
talvez volte a sede louca de mais uma história que me quebrará em cacos, mesmo eu dizendo agora que aprendi não a ter certezas, mas sim a reconhecer e fugir das dúvidas.
quem sabe? por agora, fico eu e o meu coração em chamas, refrescados por uma sagres radler numa tarde de verão, pós laboral, e que bem que sabe não ter medo deste silêncio. que bem que sabe.
domingo, 24 de julho de 2016
do outro lado da europa
e passado 13dias, voltei.
mais velha, mais preenchida, mais feliz.
quiçá menos sábia ou menos importada em querer saber, talvez.
celebrei os meus 26 anos num restaurante perdido numa ilha, a soprar uma vela solitária numa fatia de tarte viennetta e a rir às gargalhadas por ser o aniversário mais eclipsado de sempre.
no fundo não precisamos de muito para sermos felizes: só de boa companhia, uma mochila às costas e um mundo por descobrir.
feliz 26º aniversário a mim!
mais velha, mais preenchida, mais feliz.
quiçá menos sábia ou menos importada em querer saber, talvez.
celebrei os meus 26 anos num restaurante perdido numa ilha, a soprar uma vela solitária numa fatia de tarte viennetta e a rir às gargalhadas por ser o aniversário mais eclipsado de sempre.
no fundo não precisamos de muito para sermos felizes: só de boa companhia, uma mochila às costas e um mundo por descobrir.
feliz 26º aniversário a mim!
sábado, 2 de julho de 2016
domingo, 19 de junho de 2016
do tempo #53
tenho uma experiência incrível marcada para daqui a menos de um mês e ainda não sei bem se acredito que vai finalmente acontecer.
vou sair do quarto de século e completar 26 anos.
[porra, estou velha,]
26 anos requer muita responsabilidade e vida de adulto e bla bla bla - e felizmente, a par de todas essas responsabilidades e coisas chatas que agora tenho também na minha vida, está na altura de viver uma grande aventura que há muito tempo aguardava, adormecida.
até já, Julho.
vou sair do quarto de século e completar 26 anos.
[porra, estou velha,]
26 anos requer muita responsabilidade e vida de adulto e bla bla bla - e felizmente, a par de todas essas responsabilidades e coisas chatas que agora tenho também na minha vida, está na altura de viver uma grande aventura que há muito tempo aguardava, adormecida.
até já, Julho.
be still
wild and young
long may your innocence reign
like shells on the shore
and may your limits be unknown
and may your efforts be your own
and if you ever feel you can't take it anymore
don't break character
you've got a lot of heart
❤
segunda-feira, 13 de junho de 2016
do tempo #52
voltei de um fim de semana espetacular e estou neste momento com uma taça de cereais no colo a ver o ultimo episódio de game of thrones.
na mala trago chocolates, mais um íman de frigorífico, folhetos de monumentos, uma t-shirt estampada e rótulos de cerveja. acima de tudo, trago mais a certeza de que amizades com tanto tempo não se deixam matar pela distância - e que viajar é, sem dúvida alguma, a melhor forma de gastar o nosso dinheiro.
voltei de um fim de semana espetacular - mala desfeita e coração cheio.
(e se correr tudo bem) Julho me aguardeeeeee!
na mala trago chocolates, mais um íman de frigorífico, folhetos de monumentos, uma t-shirt estampada e rótulos de cerveja. acima de tudo, trago mais a certeza de que amizades com tanto tempo não se deixam matar pela distância - e que viajar é, sem dúvida alguma, a melhor forma de gastar o nosso dinheiro.
voltei de um fim de semana espetacular - mala desfeita e coração cheio.
(e se correr tudo bem) Julho me aguardeeeeee!
terça-feira, 7 de junho de 2016
de quando a vida se resolve a si mesma
quando uma amiga vê, sem ser vista, um dos nossos ex-qualquer-coisa numa esplanada qualquer com a sua actual companheira de vida (!!!) e - por entre uma água com gás ou quiçá um café, telemóveis com dados móveis ligados e óculos de sol na cara - nenhum deles troca uma palavra durante quase meia hora
...
podemos rir-nos da sorte e agradecer à amiga a cusquice ou será motivo para ficar preocupada?
às tantas vou enviar por correio um livro do Gustavo Santos ou assim - afinal de contas, pelos vistos há pessoas que precisam de auto-ajuda para serem felizes.
*post escrito em parceria com Ironia e Sarcasmo, uma pitada de Humor Negro e Fé nas Amizades
...
podemos rir-nos da sorte e agradecer à amiga a cusquice ou será motivo para ficar preocupada?
às tantas vou enviar por correio um livro do Gustavo Santos ou assim - afinal de contas, pelos vistos há pessoas que precisam de auto-ajuda para serem felizes.
*post escrito em parceria com Ironia e Sarcasmo, uma pitada de Humor Negro e Fé nas Amizades
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