quarta-feira, 30 de setembro de 2015

do tempo #44



'' Que nos apaixonemos muitas vezes quando somos novos para nos conseguirmos apaixonar apenas uma vez ou duas em adultos. Se assim for, o Amor só falhou para nunca mais falhar. ''



e é isto :)

terça-feira, 29 de setembro de 2015

do fim e novos inícios

E pronto. 7 anos que não se resumem de forma nenhuma, que me construíram e me deram tanta coisa boa e má.
Terminei a noite com um abraço de uma das poucas pessoas de quem irei sentir falta e foi o bastante. E por essas pessoas que me importam tanto acreditarem tanto em mim é que eu acredito, ainda que duvide sempre um bocadinho, que vai correr tudo bem.


2008-2015.

sábado, 26 de setembro de 2015

do tempo #43

onze horas de cura de sono (depois de uma semana alucinante) e uma tarde no sofá, acompanhada de séries e do mau tempo lá fora.
agora vamos lá queimar os últimos cartuchos no ''emprego antigo'', que amanhã é dia de estudo para o ''emprego novo'' que recomeça segunda feira.
não pára nem deixa morrer!


fill the night with stories, the legend grows
of how you got lost
but you made your way back home..!





sexta-feira, 11 de setembro de 2015

dos sonhos grandes a passos pequenos #2

há um ano atrás estava a torcer e a apoiar a mudança de outra pessoa - 
agora é finalmente a minha vez.
só tenho pena que, passado este tempo, não tenha sido possível que ele agora torça por mim também.
estranho como o tempo se encarrega de modificar tudo aquilo que sentimos, não é? e de recalcar as emoções e relembrar-nos o quão pequeninos somos, incapazes de manipular a própria passagem do tempo a nosso favor. 
um ano já me pareceu tão pouco e agora parece-me tanto.




por agora, posso apenas dizer que estou feliz, como há muito não me sentia.
feliz feliz feliz!
com muito muitooooo medo, mas isso não é sempre sinal de algo grandioso?
vamos acreditar que sim.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

do 'finalmente'

foda-se! finalmente!
eu já merecia algo de bom - e não me julguem por soar tão egocêntrica, mas há muito que tentei semear coisas boas para as colher depois e só me calhavam ervas daninhas.
finalmente algo vai florir.
estou aterrorizada mas pronta para receber tudo de bom que (acredito) está para chegar.
25 é o ano.


Whatever happens
I'll leave it all to chance
Another heartache
Another failed romance
On and on
Does anybody know what we are living for?

[ouvi isto em repeat na minha cabeça o dia todo. que grande versão!!!]


quarta-feira, 2 de setembro de 2015

do tempo #42

esta há-de ser sempre uma das músicas mais sinceras e de total entrega no que respeita a esse assunto tão badalado, o amor.
a versão mais conhecida talvez seja a do Bob Dylan mas na minha cabeça ecoará sempre a voz da Adele. às vezes até me esqueço do quanto gostava dela (bem antes de toda a gente ter tornado a someone like you quase insuportável), mas ainda bem que este miúdo mo lembrou. ainda bem.


I've known it from the moment that we met
No doubt in my mind where you belong 



terça-feira, 25 de agosto de 2015

dos finais felizes #2


porque é sempre bom lembrar:


dos finais felizes


Há um filme, daqueles de domingo à tarde que todos vemos em loop nalgum momento das nossas vidas, em que uma das personagens principais, feminista de gema, diz uma frase daquelas que parecem saídas dos mini livros com títulos como 'para a mãe' ou 'frases românticas' que encontramos na linha de caixas de um qualquer supermercado:
'Happy endings are just stories that haven't finished yet.'
A primeira vez que vi o filme era uma teenager angustiada com a injustiça de demasiadas borbulhas e zero namorados, por isso achei super maduro identificar-me à partida com uma frase proferida pela majestosa Angelina Jolie. Hoje esta frase veio-me novamente à cabeça porque uma amiga minha, recordando uma visita a Lisboa de há dois anos atrás e a que fizemos novamente este ano com o grupo de amigos, comentou algo como ''está a tornar-se hábito ir a Lisboa todos os anos em Agosto''.
No ano passado, apesar de não ter ido com nenhum dos amigos das visitas acima mencionadas, eu também fui a Lisboa, muitas vezes até. Uma delas, a que se enquadra nesta época do ano, decidi ir passear com os meus pais e mostrar-lhes algumas das coisas mais bonitas da capital.  Entretanto os meus pais acabaram por voltar e eu fiquei mais uns dias, com uma grande amiga que lá mora, a comer pastéis de Belém e a beber tudo o que o Bairro Alto tivesse para oferecer. Pelo meio desses dias, aconteceu uma discussão por telemóvel que levou à ruptura: pensei que talvez quiséssemos coisas diferentes, afinal, e que era melhor deixá-lo ir.
Chorei antes de adormecer, com a minha amiga a consolar-me, Acordei com uma chamada dele, a dizer que se tinha enfiado no carro, já estava a passar Sta Maria da Feira e que ia ter comigo - que não podia acabar assim. Ripostei, disse para voltar para trás, que falávamos quando eu voltasse para o Porto. Respondeu-me que, desde que eu estivesse disposta a recebê-lo em Lisboa e a falar com ele, que tinha a certeza de que era comigo que queria ficar. Desligou e apareceu-me, horas depois, à porta de casa da minha amiga.
Lisboa há-de sempre ser a nossa cidade, por muito que me custe agora sempre que tenho de lá voltar. A calçada portuguesa foi testemunha de demasiados momentos bonitos, de abraços, de promessas, de tantas tantas gargalhadas. Do Chiado-aoMarquês de Pombal-a Belém-ao Hard Rock-à Bela Vista, percorro aquelas ruas e recordo os dias que lá passamos os dois, mas penso especialmente naquela tarde em que ele me apareceu com um punhado de certezas, e de como aqueles 300km percorridos me fizeram pensar que teria finalmente o meu final feliz.
Se a minha vida fosse um filme e o realizador tivesse decidido cortar a história naquele momento, todos os expectadores acreditariam num 'e foram felizes para sempre'.
Tudo apontava para isso, não é verdade? Seria efectivamente um final feliz digno de Hollywood.
No filme Mr & Mrs Smith, de onde provém a frase, a Angelina acabou por morder a língua porque a personagem dela teve efectivamente um final feliz. Ou se calhar, uma vez mais e como aconteceu com a minha própria vida, a história ainda não tinha terminado.

I don't have a choice
but I'd still choose you.


Às vezes é mais fácil tirarmos o valor às coisas, torná-las supérfluas e rotineiras, para que doam menos quando formos privados delas. O mais difícil e honroso, no entanto, é conseguirmos sorrir ao pensar numa viagem de comboio de regresso a casa no colo do homem que amámos (o carro entretanto avariou-se no Pombal e voltou para o Porto de reboque enquanto ele teve de ir ter comigo até Lisboa de táxi, mas não nos percamos em pormenores cómicos, faxabor!) e conseguirmos perceber o quão sortudos fomos (somos) por ter a oportunidade de sentir.
Sentir ao máximo, sentir com cada poro. Sentir cada toque, cada olhar, cada sorriso.
Conseguir perceber a magia congelada de um momento em que nada mais importava do que aquele amor. Sem arrependimentos, sem mágoas. Eventualmente, sem dor.

Esse é o nosso final feliz, que recomeça a cada dia e que por isso mesmo não está dependente de nenhum corte do realizador: agradecermos a capacidade de amar e percebermos que, apesar das quedas, devemos sempre escolher sentir tudo em pleno e nunca deixarmos que a vida nos fuja por medo.
Afinal de contas, ainda temos algum poder em decidir a nossa vida:
podemos, pelo menos, decidir vivê-la.





[finalmente um texto escrito com toda a liberdade que este meu espaço sempre me proporcionou. 
como disse num post anterior: como é bom ter a minha vida de volta!]

sábado, 22 de agosto de 2015

das constatações #29


say what? 

yeah, right.
apparently you can.

thanks universe.
ahahahah

do tempo #41

@parquedacidade, Porto

zen


[e viciada na série Empire]

You never know wherever the road leads you
Not everyone's gonna believe you
Even though they're wrong, don't prove them right[...]