Mala feita pela segunda vez este ano - agora para uma grande aventura por cidades há muito desejadas.
Espero vir com a mente mais vazia de preocupações e o coração mais cheio de tudo!
Até já.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
de 2016 e do 2017
e não é que me esqueci de fazer o típico post de fim de ano?
2016 foi do caraças.
conheci imensas pessoas novas, arrisquei muito, viajei imenso (para sítios que nunca tinha imaginado) e consegui finalmente encontrar uma paz que não sabia que tinha,
visitei amigos antigos noutros países e recebi-os na nossa cidade de braços abertos, fui algumas vezes a Lisboa e levei novamente os meus país em viagem (desta vez à Madeira).
pus uma mochila às costas e percorri o leste europeu no verão dos meus 26 anos - conheci sítios e pessoas incríveis e, curiosamente, senti-me muito mais acarinhada neste aniversário que passei tão longe de tudo e todos.
percebi que dinheiro é um pormenor mas que o reconhecimento é importante - e a par da pressão e do trabalho, pude saborear a nova oportunidade que a minha evolução profissional me deu.
dormi muito menos e em horas muito estranhas - isto de trabalhar por turnos faz com que dormir a qualquer hora deixe de ser anormal e faz-nos querer matar a vizinha que ouve kizomba às 14h porque não nos deitamos nem há 6 horas. mas quando se gosta do que se faz, dorme-se muito quando se pode e pouco quando se quer aproveitar o tempo e tudo nos parece um esforço redundante.
vi os meus sobrinhos crescerem, algumas pessoas partirem. vi alguns amigos muito mais vezes e outros infelizmente cada vez menos. cresci para lá da altura do corpo e compreendi para além de mim. aprendi a tolerar mais, respeitar mais, ouvir mais. berrei muito mas felizmente berrei menos. percebi em que é que devo concentrar as minhas energias e o meu tempo e magoei-me menos com o que não importa.
comi chinês, indiano, francesinhas, italiano, montenegrino, croata, esloveno, alemão, sérvio, inglês, bósnio, austríaco e japonês. comi bolo do caco e salsichas, bebi café turco e chá inglês, shots no bairro alto e, sobretudo, felicidade. bebi muita felicidade este ano,
2017 vai ser o ano de pôr em prática algumas coisas perdidas. eu sei que sou procrastinadora, mas este ano sei que tenho a calma e serenidade há muito ansiadas - e vai ser o ano, tenho a certeza.
quanto mais não seja, boa companhia não me falta para as minhas aventuras, e isso é o mais importante.
BOM ANO!
terça-feira, 6 de dezembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
das estrelas cadentes
tenho andado tão ocupada com tudo que dou por mim parada no tempo a pensar literalmente em nada.
26 anos, novo emprego há cerca de um ano, uma promoção na cartola, uma equipa para gerir e mil coisas para aprender. viagens para planear, histórias para escrever e tanta, tanta coisa boa para dar aos outros e ao mesmo tempo receber.
por agora fico-me por esta(s) músicas fantástica (s).
só para não dizer que não venho cá escrever nada, tá bem? :)
26 anos, novo emprego há cerca de um ano, uma promoção na cartola, uma equipa para gerir e mil coisas para aprender. viagens para planear, histórias para escrever e tanta, tanta coisa boa para dar aos outros e ao mesmo tempo receber.
por agora fico-me por esta(s) músicas fantástica (s).
só para não dizer que não venho cá escrever nada, tá bem? :)
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quarta-feira, 12 de outubro de 2016
dos saltos no escuro e do crescer
recebi há dias a notícia de que vou ser promovida.
nem tudo é um mar de rosas, mas crescer tem um ar cada vez mais apetecível!
um brinde à idade adulta - e aos riscos que tomamos. cheers.
segunda-feira, 15 de agosto de 2016
do coração em chamas
tenho uma sagres radler no colo e o coração em chamas.
este ano passou a correr e trouxe-me tanta coisa boa e diferente que nem sei bem por onde começar.
tenho 26 anos. nunca pensei poder ultrapassar o quarto de século e continuar a poder sentir-me uma adolescente incapaz de tomar conta sequer de um hamster - mas é possível.
está prestes a fazer um ano que mudei de um emprego onde estava há sete e já fez um ano que tirei a carta - se me estiverem a ouvir senhores polícias, estou com a sagres no colo porque não pretendo pegar mais no carro hoje.
este ano fiz três viagens - desde visitar amigas a percorrer 7 países em 13dias, este ano serviu para respirar europa fora e ainda há planos para mais uma escapadela em Outubro. (e não vou nem falar dos planos para 2017 que até fico tonta!)
estou solteira. e digo finalmente isto com uma certeza como nunca disse. porque se com 18 anos me pavoneava pela faculdade senhora de mim, do meu tempo e interesses, e emprego e faculdade e praxe e amigos, a verdade é que nunca estive verdadeiramente só comigo mesma, havia sempre aquela mensagem, aquele date, aqueles amassos. e com os 26 anos vieram os critérios e a paz de saber que estar solteira é uma escolha que fiz com toda a consciência do que isso implica - a vida não foi amiga nesse campo mas, felizmente, penso já ter conseguido aprender que há confusões que podemos evitar, por mais apelativas que nos pareçam.
já vivi grandes histórias, conheci homens incríveis, tive loucas declarações de amor e gestos que ainda hoje recordo com os olhos a brilhar. desde o retrato que me fizeram quando tinha 17 anos à bola de berlim que me deram numa noite qualquer em que me incentivaram pela primeira vez a ligar um carro e conduzir - novamente, senhores polícias, se me estiverem a ouvir, eu não conduzi propriamente, porque o carro foi logo abaixo, ok?
neste momento, escolho estar sozinha por não ter sede de grandes histórias ou gestos. neste momento escolho-me a mim em prol de uma história.
porque o retrato ainda o guardo e a bola de berlim diluiu-se algures entre a celulite das coxas, mas é ao meu coração em chamas que devo todos os dias a sorte de sentir e estar viva.
e neste ano que passou, o ter estado sozinha permitiu-me arder ainda mais e conhecer o mundo e fazer planos e projectos e curtir a juventude que está a desaparecer ao virar da esquina.
tudo tem o seu tempo - e este ano foi o meu.
talvez volte a sede louca de mais uma história que me quebrará em cacos, mesmo eu dizendo agora que aprendi não a ter certezas, mas sim a reconhecer e fugir das dúvidas.
quem sabe? por agora, fico eu e o meu coração em chamas, refrescados por uma sagres radler numa tarde de verão, pós laboral, e que bem que sabe não ter medo deste silêncio. que bem que sabe.
este ano passou a correr e trouxe-me tanta coisa boa e diferente que nem sei bem por onde começar.
tenho 26 anos. nunca pensei poder ultrapassar o quarto de século e continuar a poder sentir-me uma adolescente incapaz de tomar conta sequer de um hamster - mas é possível.
está prestes a fazer um ano que mudei de um emprego onde estava há sete e já fez um ano que tirei a carta - se me estiverem a ouvir senhores polícias, estou com a sagres no colo porque não pretendo pegar mais no carro hoje.
este ano fiz três viagens - desde visitar amigas a percorrer 7 países em 13dias, este ano serviu para respirar europa fora e ainda há planos para mais uma escapadela em Outubro. (e não vou nem falar dos planos para 2017 que até fico tonta!)
estou solteira. e digo finalmente isto com uma certeza como nunca disse. porque se com 18 anos me pavoneava pela faculdade senhora de mim, do meu tempo e interesses, e emprego e faculdade e praxe e amigos, a verdade é que nunca estive verdadeiramente só comigo mesma, havia sempre aquela mensagem, aquele date, aqueles amassos. e com os 26 anos vieram os critérios e a paz de saber que estar solteira é uma escolha que fiz com toda a consciência do que isso implica - a vida não foi amiga nesse campo mas, felizmente, penso já ter conseguido aprender que há confusões que podemos evitar, por mais apelativas que nos pareçam.
já vivi grandes histórias, conheci homens incríveis, tive loucas declarações de amor e gestos que ainda hoje recordo com os olhos a brilhar. desde o retrato que me fizeram quando tinha 17 anos à bola de berlim que me deram numa noite qualquer em que me incentivaram pela primeira vez a ligar um carro e conduzir - novamente, senhores polícias, se me estiverem a ouvir, eu não conduzi propriamente, porque o carro foi logo abaixo, ok?
neste momento, escolho estar sozinha por não ter sede de grandes histórias ou gestos. neste momento escolho-me a mim em prol de uma história.
porque o retrato ainda o guardo e a bola de berlim diluiu-se algures entre a celulite das coxas, mas é ao meu coração em chamas que devo todos os dias a sorte de sentir e estar viva.
e neste ano que passou, o ter estado sozinha permitiu-me arder ainda mais e conhecer o mundo e fazer planos e projectos e curtir a juventude que está a desaparecer ao virar da esquina.
tudo tem o seu tempo - e este ano foi o meu.
talvez volte a sede louca de mais uma história que me quebrará em cacos, mesmo eu dizendo agora que aprendi não a ter certezas, mas sim a reconhecer e fugir das dúvidas.
quem sabe? por agora, fico eu e o meu coração em chamas, refrescados por uma sagres radler numa tarde de verão, pós laboral, e que bem que sabe não ter medo deste silêncio. que bem que sabe.
domingo, 24 de julho de 2016
do outro lado da europa
e passado 13dias, voltei.
mais velha, mais preenchida, mais feliz.
quiçá menos sábia ou menos importada em querer saber, talvez.
celebrei os meus 26 anos num restaurante perdido numa ilha, a soprar uma vela solitária numa fatia de tarte viennetta e a rir às gargalhadas por ser o aniversário mais eclipsado de sempre.
no fundo não precisamos de muito para sermos felizes: só de boa companhia, uma mochila às costas e um mundo por descobrir.
feliz 26º aniversário a mim!
mais velha, mais preenchida, mais feliz.
quiçá menos sábia ou menos importada em querer saber, talvez.
celebrei os meus 26 anos num restaurante perdido numa ilha, a soprar uma vela solitária numa fatia de tarte viennetta e a rir às gargalhadas por ser o aniversário mais eclipsado de sempre.
no fundo não precisamos de muito para sermos felizes: só de boa companhia, uma mochila às costas e um mundo por descobrir.
feliz 26º aniversário a mim!
sábado, 2 de julho de 2016
domingo, 19 de junho de 2016
do tempo #53
tenho uma experiência incrível marcada para daqui a menos de um mês e ainda não sei bem se acredito que vai finalmente acontecer.
vou sair do quarto de século e completar 26 anos.
[porra, estou velha,]
26 anos requer muita responsabilidade e vida de adulto e bla bla bla - e felizmente, a par de todas essas responsabilidades e coisas chatas que agora tenho também na minha vida, está na altura de viver uma grande aventura que há muito tempo aguardava, adormecida.
até já, Julho.
vou sair do quarto de século e completar 26 anos.
[porra, estou velha,]
26 anos requer muita responsabilidade e vida de adulto e bla bla bla - e felizmente, a par de todas essas responsabilidades e coisas chatas que agora tenho também na minha vida, está na altura de viver uma grande aventura que há muito tempo aguardava, adormecida.
até já, Julho.
be still
wild and young
long may your innocence reign
like shells on the shore
and may your limits be unknown
and may your efforts be your own
and if you ever feel you can't take it anymore
don't break character
you've got a lot of heart
❤
segunda-feira, 13 de junho de 2016
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