sábado, 2 de julho de 2016

domingo, 19 de junho de 2016

do tempo #53

tenho uma experiência incrível marcada para daqui a menos de um mês e ainda não sei bem se acredito que vai finalmente acontecer.
vou sair do quarto de século e completar 26 anos.
[porra, estou velha,]
26 anos requer muita responsabilidade e vida de adulto e bla bla bla - e felizmente, a par de todas essas responsabilidades e coisas chatas que agora tenho também na minha vida, está na altura de viver uma grande aventura que há muito tempo aguardava, adormecida.

até já, Julho.


be still
wild and young
long may your innocence reign
like shells on the shore
and may your limits be unknown
and may your efforts be your own
and if you ever feel you can't take it anymore

don't break character
you've got a lot of heart


segunda-feira, 13 de junho de 2016

dos novos mundos no mundo

... e de mais uma trip das cegas.














do tempo #52

voltei de um fim de semana espetacular e estou neste momento com uma taça de cereais no colo a ver o ultimo episódio de game of thrones.
na mala trago chocolates, mais um íman de frigorífico, folhetos de monumentos, uma t-shirt estampada e rótulos de cerveja. acima de tudo, trago mais a certeza de que amizades com tanto tempo não se deixam matar pela distância - e que viajar é, sem dúvida alguma, a melhor forma de gastar o nosso dinheiro.
voltei de um fim de semana espetacular - mala desfeita e coração cheio.


(e se correr tudo bem) Julho me aguardeeeeee!

terça-feira, 7 de junho de 2016

de quando a vida se resolve a si mesma

quando uma amiga vê, sem ser vista, um dos nossos ex-qualquer-coisa  numa esplanada qualquer com a sua actual companheira de vida (!!!) e - por entre uma água com gás ou quiçá um café, telemóveis com dados móveis ligados e óculos de sol na cara - nenhum deles troca uma palavra durante quase meia hora

...

podemos rir-nos da sorte e agradecer à amiga a cusquice ou será motivo para ficar preocupada?
às tantas vou enviar por correio um livro do Gustavo Santos ou assim - afinal de contas, pelos vistos há pessoas que precisam de auto-ajuda para serem felizes.



*post escrito em parceria com Ironia e Sarcasmo, uma pitada de Humor Negro e Fé nas Amizades

segunda-feira, 6 de junho de 2016

do tempo #51



de costas voltadas não se vê o futuro
nem o rumo da bala
nem a falha do muro
e alguém me gritava, com voz de profeta,
que o caminho se faz entre o alvo e a seta



terça-feira, 31 de maio de 2016

dos pedaços de nós que nascem

Gosto de pensar que, por muito decididos que pareçamos, andamos todos repletos de dúvidas.
Que cada decisão, cada escolha, é mais um pedaço de nós que morre e nasce ao mesmo tempo, aniquilando algo que, em prol da outra coisa que se escolhe, não vai poder existir.
É lixado isto de decidir o que quer que seja. Começa pelo drama feminino de escolher a roupa certa a combinar com o salto alto, passa depois por decidir beber mais aquele copo (aquele último copo que nos vai fazer enviar sms a quem não devíamos e consequentemente arruinar a noite), talvez um dia passe por escolher o sítio onde queremos casar ou qual o melhor infantário para os nossos filhos. Nunca há certezas porque, simplesmente, não há uma única solução e é isso que nos torra os miolos e nos assusta pra lá de muito.
Às vezes, grande parte das vezes, temos de escolher o melhor para nós. E como pensar em nós primeiro se tornou algo tão criticável e egoísta, torna-se uma cruz demasiado pesada para carregar isto de se tentar ser alguem justo e verdadeiro.
Eu, que já senti na pele o efeito de ser tãããão egoísta (!!!), estou neste momento a gozar da liberdade de ser o que bem me apetecer. De estar com que quiser, vestir o que quiser, trabalhar como quiser, viajar para onde quiser. Tenho vinte e cinco anos, a mente cheia de dúvidas e talvez alguns arrependimentos por caminhos que segui, mas no fim tudo me conforta por saber que fiz o melhor que pude com o que sabia.
E esta treta toda de ser punível pensar em nós primeiro só me dá vontade de rir. Talvez não sejamos todos talhados para a mesma coisa. Talvez nem todos consigamos a proeza de pôr o outro sempre à frente da nossa felicidade e talvez por isso conseguir construir a tão almejada família e futuro. Talvez isso não seja, de facto, aquilo que eu quero e preciso - quem sabe? Se acontecer na minha vida, será porque me faz feliz, não porque tem de ser.
Porque a decisão que tomei no último ano foi essa mesma: se acontecer na minha vida, (estamos obviamente a falar das escolhas que posso fazer), será porque me faz feliz.
E feliz é o que estou agora. :)

segunda-feira, 23 de maio de 2016

dos hellos

voltei hoje de um fim de semana tão intenso - entre memórias, gargalhadas, lágrimas, jantares, bebedeiras, encontrar pessoas que não queremos ver e muiiiiita partilha - que ainda não estou preparada para a 2a feira.
a Adele canta para caraças, sabiam? e acho que nunca tinha chorado tanto num concerto (e neste caso, cerca de 90% dos espectadores deve poder dizer o mesmo),
o concerto mais triste e feliz de sempre.
tão bom!

sábado, 14 de maio de 2016

domingo, 1 de maio de 2016

dos escoceses em frança

toda a gente tem séries em que seja viciado. eu (in)felizmente tenho algumas e uma das mais recentes estreou agora a sua segunda temporada.
OUTLANDER além de ter o sarcasmo, o romance, as personagens fortes, os diálogos incriveis, as paisagens escocesas e aquele toquezinho histórico, tem esta carinha laroca capaz de fazer derreter o maior cubo de gelo.


"I am ready" 
em francês arcaico, nunca soou tão bem.