sábado, 22 de agosto de 2015

das constatações #29


say what? 

yeah, right.
apparently you can.

thanks universe.
ahahahah

do tempo #41

@parquedacidade, Porto

zen


[e viciada na série Empire]

You never know wherever the road leads you
Not everyone's gonna believe you
Even though they're wrong, don't prove them right[...]

domingo, 16 de agosto de 2015

do buraco negro

Eu sempre quis poder escrever aqui como quem envia mensagens para um buraco negro, mas deixei de o poder fazer quando uma certa pessoa lia incessantemente cada desabafo com a prepotência de se associar a ele.
Pois bem, depois de uma semana fantástica de férias, finalmente a minha cabeça decidiu arrumar as gavetas.
Se me estiveres a ler, voltei agora da cidade que considerava como nossa. Voltei e finalmente percebi que o motivo para te ter sempre comparado a tudo o que me aconteceu de errado é porque de facto não valias mais do que toda a merda que já me tinha acontecido - foste mais uma lição dura de aprender, mas estamos sempre a tempo.
Quero que saibas também que foram as tuas atitudes as causadoras desta minha decisão. Vai para o caralho que te foda, era o que te diria se o pudesse fazer pessoalmente e ainda acompanhava a frase com um par de estalos, mas nem é bem uma questão de não poder dizê-lo...
Não me mereces esse transtorno e muito menos que me preocupe sequer em saber se estás bem, no entanto espero que tenhas a noção da cidade ervilha em que vivemos e de como tudo, de bom e de mau, se sabe.
Por isso apenas repito aqui, no MEU buraco negro: vai para o caralho. E espero bem que já não leias estas palavras porque isso quereria dizer que finalmente me deixaste em paz- e isso seria a primeira atitude coerente que terias.
Quanto às memórias (boas), vou guardá-las com o carinho que me merecem onde pertencem, no passado, que é onde pertences também e de onde não te vou mais desenterrar por motivo algum.

Ai, sabe tão bem ter este meu cantinho de volta. Aliás,sabe bem ter a minha vida de volta.
Vai para o caralho!!!

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

do tempo #40

eeeeee continuamos com o karma a fazer das suas.
25 anos e encharcada em voltaren. as costas ainda me estão a dar que fazer (é pior do que eu pensava, afinal), mas nada que não se consiga resolver.
felizmente daqui a dois dias só vou sentir o cheirinho a férias. FÉRIAAAAAAS.


(e vamos acreditar que não se vai furar nenhum pneu nem que o avião se vai atrasar nem qualquer outra porra que me possa acontecer nesta fase de super azar. #figas.)

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

do paleio de saco (reloaded)

deixo-vos com a máxima que publiquei aqui há dois anos atrás e que insiste em se repetir, qual ciclo sem fim:




[é bom sinal. uma gaja bem precisa de se rir!]

terça-feira, 4 de agosto de 2015

do tempo #39

eu acredito piamente no karma e por saber como ele funciona, percebo perfeitamente porque me aconteceu isto hoje. logo hoje, que me aconteceu tudo junto.
percebo mas acredito que não merecia.  já chorei mil rios com os nervos e já mandei o mundo para a puta que o pariu, mas no fundo o karma veio relembrar-me a ironia de me ter rido (no último post).
já era tempo de eu sossegar, sorrir e cheirar as flores e deixar de dar tanto poder a que outras pessoas me façam tão mal.
ando quebrada, nervosa, irritadiça, não consigo sorrir com vontade e mesmo que tenha mil coisas planeadas com mil pessoas diferentes, sinto-me sozinha.
já era tempo de isto ter sarado. já era tempo de saires de vez da minha vida.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

das constatações #27


há coisas tão previsíveis, mas tão previsíveis, que quando se concretizam só da vontade de rir.
foi o que eu fiz hoje. 


finalmente!

quarta-feira, 29 de julho de 2015

do tempo #38


há uma aplicação muito engraçada (ou por outras palavras, parva e que serve o seu propósito para quem, como eu, não tem mais o que fazer) que nos permite ver o que publicamos ou partilhamos no facebook neste mesmo dia em anos anteriores.
entre textos de um outro blog que mantinha em 2011 e uma música da jessie j que partilhei em 2013, em 2010 foi esta a música que partilhei no meu mural.

I wanna try it
I think I'm already trying
I'm already trying...


é que já nem eu me lembrava que conhecia isto.
mãe do céu balei-me que a idade está mesmo a apanhar-me.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

das donas do tempo

''As mulheres não precisam de rótulos, precisam de orientação. Não precisam de ser chamadas disto ou daquilo, desde que saibam que papel representam. Não, as mulheres não precisam de conhecer os vizinhos nem o piriquito para se sentirem integradas na vida de um homem.
As mulheres precisam, tão simples quanto isso, de sentir um mínimo de segurança e de saber que ele vai estar lá na manhã seguinte, depois do sexo; que ele vai estar lá para todo o mal, depois do bom.
Seria muito mais fácil não termos, simplesmente, expectativas. Andarmos à deriva, com o sangue morno e sem emoções. Há quem seja claramente capaz disso - eu já fui. Mas é a maior ironia do mundo quando reconhecemos que nos sabe melhor receber algo de alguém por quem esperamos, do que de alguém de que quem nunca quisemos nada.

Às vezes é uma questão de tempo até que a outra pessoa perceba que esperamos todo este tempo por ela. No entanto, às vezes é uma questão de tempo até nós próprias percebermos que estamos a querer esperar demasiado de alguém que não tem nada para nos dar, agora.
Chama-se timing. E é um grande filho da puta. ''


por Lullaby, The Heart Beats in its Cage [26 de Setembro 2011]



quando tropeçamos em textos com quase 4 anos e percebemos que o que sentíamos na altura voltou para nos assombrar. obrigada karma. vejo que conheceste o timing e são muito bons amigos..!