terça-feira, 11 de junho de 2013

do tempo #2


Today I will feel something other than regret

Pass me a glass and a half-smoked cigarette
I've damn near got no dignity left....


When we were in love 
(If we were...)
When we were in love
I was an eagle and you were a dove

segunda-feira, 10 de junho de 2013

dos feriados

Começa mais uma semana.
Ontem foi toda a gente laurear a pevide à noite e aqui a Maria só se apercebeu do motivo quando a lembraram que era véspera de feriado. Que culpa tenho eu de os dias me parecerem todos iguais e de domingo ser dia de me enrolar nos cobertores?
Hoje já foi dia de Game of Thrones e ainda vou a tempo de tomar um cafézinho e dar duas de letra antes de ir fnackiar. À noite é hora de escrever os textos que adiei desde sexta feira.
E a partir de amanhã voltamos à rotina do ''tentar acordar cedo'' para ''tentar fazer tudo o que está na agenda". Mas a boa notícia é que amanhã estou de folga. Bamo lá!



Já referi que cada vez mais os feriados nacionais têm menos importância? 
Feliz dia de Portugal para vocês também.

da (auto) ajuda

Todos nós, em alguma fase das nossas vidas, precisamos de ajuda.
É idiota acharmos que conseguimos sempre fazer tudo sozinhos - ainda que a maioria das vezes o alento possa ser indirecto e a decisão e força partir real e somente de nós.
Há uns tempos iniciou-se a corrida aos livros de auto-ajuda. Semeando uma alquimia invejável, livros e livros revelavam ''segredos'' e truques para que a nossa vida se tornasse, de facto, melhor. Aos poucos aprenderíamos a semear no mundo uma vontade de ser feliz - e o mundo devolver-nos-ia ramos e ramos de flores de felicidade plena. No fundo é apenas a ideologia de que a resposta que obtemos do mundo depende quase única e exclusivamente da mensagem que antecipadamente enviamos: como se apenas conseguimos absorver as coisas boas se pararmos para nos apercebermos de que elas existem. Smell the roses, percebem?
Mais recentemente ainda, além das auto-ajudas, enfrentamos uma invasão de livros onde história inalcançável nos ajuda a fugir da vidinha que temos, recheando o nosso dia-a-dia de adrenalina e completa estupidez. Vampiros, lobisomens e dominatrix que elaboram contratos vitalícios de exploração humana - tudo é válido desde que seja diferente de picar o ponto às nove, ter uma pausa de uma hora para comer comida aquecida no microondas, e voltar a picar o ponto às seis para voltar à tábua de engomar.
O que mais me tira do sério é perceber que, tanto num como noutro caso, são exemplos de auto-ajuda aplicáveis praticamente só ao sexo feminino - tão frágeis as madames, dependem tanto de palavras sábias e de historinhas felizes...



Todos nós, em alguma fase das nossas vidas, precisamos de ajuda.
Seja ela de um ombro amigo a quem ligamos às seis da manhã por não conseguirmos dormir. Um animal de estimação que nos aquece os pés nas noites mais frias. Uma música cuja letra diz em alto e bom som o que estamos a sentir. Uma conversa, um pensamento, um sorriso de um estranho.
Pessoalmente, a minha melhor terapia de auto ajuda é escrever eu mesma sobre os demónios que pretendo exorcizar. E tenho a certeza de que qualquer um de nós consegue, no seu dia-a-dia de vida patética, encontrar um motivo para prolongar a sua felicidade, fazendo desse mesmo motivo o seu mantra de auto-ajuda. Cozinhar para a família inteira, correr pelo parque, passear o cão. Todas as terapias são válidas, desde que nossas.
E chega de fugir aos problemas - todos nós, em alguma fase das nossas vidas, precisamos de ajuda. Nem que seja para admitir isso mesmo.

sábado, 8 de junho de 2013

dos poemas de meia noite

Do sabor…
Esse sabor que é o sabor
do que sabemos,
soubemos,
julgamos saber
pelo que nos soube!
Aquele sabor de julgar saber
o que nos sabe…

A inocência de acordar –
pernas entrelaçadas sem medo
de que te vás,
esse sorriso
dos dias e das noites
a voar comigo –
do sabor, do saber
que nunca nada se sabe!
Nunca nada nos sabe
como da primeira vez
àquele sabor tão bom

de nada saber.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

das semanas (sem fazer nenhum)

esfregar azulejos. varrer o chão. trabalhar. unhas. andar de moto. ver séries. ver filmes.
cozinhar. trabalhar. formação. reunião. ver séries. ver filmes. teatro. café. ver séries. folga. acordar atrasada. sushi. chocolate quente. compras. café. folga. ver séries.

previsões para o resto da semana?
ginásio. trabalhar. discoteca.
sábado folga. jantar. serralves.
ressaca. ver séries. trabalhar.

e começar tudo de novo na segunda feira.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

das constatações

não sei o que seria pior

 ter-me doído de caraças e traumatizado para a vida

ou estar exactamente aquilo que eu pedi e não ter doído assim tanto,
 ao ponto de me fazer suspirar por mais umas quantas...!

terça-feira, 28 de maio de 2013

sábado, 25 de maio de 2013

das possíveis mudanças

tive uma semana, a bem dizer, horrível.
(falando bom português, foi uma valente merda.)
não consegui organizar-me para fazer o que precisava e isso basicamente fez com que chegasse ao fim de semana derrotada por tudo o que adiei.
isto porque ando mesmo cansada. não sei de onde vem o cansaço, mas nem as vitaminas ajudam - e eu também não as ajudo a elas, porque me esqueço de as tomar.
vamos la ver se segunda feira isto arrebita.
amanhã é ginásio e domingo é escrever e preparar o currículo para enviar na segunda - ter uma resposta positiva a isso é que era, de facto, life changing.
bom fim de semana!!!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

das formações

Daqui a seis horas estou a caminho de uma formação - sim, ainda não dormi -
e depois sigo directa pro trabalho, de onde só sairei à 00h. 
Vale-me ter um smart phone pra me distrair 
e a boa companhia para dar umas gargalhadas das gaffes
 - porque as há sempre.

Mas perder um dia de vida no trabalho...

Ora foda-se.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

dos fins de semana


depois de 
cupcakes, conversas,
 filmes, vodkas, boa música, 
massa com atum, sol, 
gatos e francesinhas



estou de volta à civilização e muitissimo revitalizada.


'bora lá começar a semana a sorrir!