« We teach girls to shrink themselves, to make themselves smaller.
We say to girls "You can have ambition, but not too much. You should aim to be successful, but not too successful... Otherwise you will threaten the man"
Because I am female, I am expected to aspire to marriage, I am expected to make my life choices... always keeping in mind that marriage is the most important. Now... marriage can be a source of joy and love and mutual support, but why do we teach girls to aspire to marriage and we don't teach boys the same?
We raise girls to each other as competitors, not for jobs or for accomplishments (which I think can be a good thing) but for the attention of men!
We teach girls that they cannot be sexual beings in the way that boys are.
Feminist:
the person who believes in the social, political, and economic equality of the sexes.»
Por muitos números que tenhamos na nossa lista de contactos do telemóvel, aposto que o comum mortal apenas utiliza com regularidade cerca de 30% dos números que lá param.
Precisamente por isso, quando mudo de telemóvel e noto que alguns números nem estão gravados no cartão, não me dou ao trabalho de recuperar dados e chego mesmo a fazer uma reciclagem de números que não utilizo (o que depois origina um sem fim de interrogações nas habituais sms de Natal e, quiçá, de aniversário - só para manter a adrenalina.)
E foi o que aconteceu no ano passado, quando recebi uns parabéns de um número que julguei não mais ser necessário guardar. Pela escrita tive quase a certeza de quem seria e, intrigada, decidi tirar a teima. Levei como resposta um irónico ''que facada'' por não ter o número gravado e, durante meses a fio, mais umas quantas facadas de reaproximação. Lição a reter: nunca sabemos do que viremos a precisar no futuro. Convém ter uns gb extra para fazer backup de toooda a informação - ou não estivesse esse armazenamento de memórias implícito na natureza feminina. Infelizmente a minha memória já não é o que era - ou isso ou já comecei a pré-seleccionar o que vale de facto a pena e devia aprender a seguir a merda dos instintos.
'' O amor a meio termo é a pior espécie de amor que existe – e acredite que há várias – porque, com verdade é um amor rasteiro, inseguro, que fica a meio do caminho sem que isso lhe importe, que tem muita vontade e que ama loucamente e tal, mas chegada a altura de meter as mãos ao caminho e apertar o cinto às calças, encolhe os ombros e diz “não sei”. Ser meio, não é bom. Não é, minha senhora. Nunca foi. Se algo vai a meio, pergunto-me sempre: porque não chegou ao fim? Quer exemplos?, pois aqui os tem:
Porque raio é uma meia de leite e não o leite inteiro? Porque diacho se corre uma meia maratona se se pode correr uma maratona? O que é isso de usar o risco ao meio? Acha bem haver uma meia dose nos restaurantes? Eu não acho e, se quer que lhe diga, o amor deve ser sempre uma dose. Melhor: o amor deve ser a dose + uma bebida + café + sobremesa + um digestivo+ a conta se faz favor que tenho entrar agora às duas. E se alguém lhe está a propor isso, quero deixar claro que é também uma meia pessoa. Uma pessoa por inteiro não propõe um amor pela metade. Aliás, se houvesse um partido à séria, daqueles que expulsam militantes só por discordarem com a linha orientadora do mesmo – os capuchos da vida – não tenha dúvidas que eu proporia à mesa, ao senhor presidente, à Assunção Esteves lá do sítio, que expulsasse liminarmente, ao tabefe se fosse preciso, o amor a meio termo. Quer pois isto dizer que, se o homem a que se refere lhe propôs isso e também um tempo, é quase certo que tenha uma amante há mais de dois anos em Badajoz. Lamento. '' Fernando Alvim