terça-feira, 18 de março de 2014

d'afuq #2

um homem que vê Sex&theCity merece (alguma) consideração.
um que reconhece que a série lhe ensinou muita coisa, ainda mais.
mas um que admite que de tudo o que aprendeu, nada parece funcionar connosco...
ahahah, a sério, tirem-me deste filme. (ou série.)


domingo, 16 de março de 2014

d'afuq?

ontem a noite serviu - para além de afogar uns quantos neurónios e rir como se não houvesse amanhã - para descobrir que tudo o que eu (pensava que) sabia sobre o sexo masculino estava efectivamente errado.
tudo.
não sobra uma única liçãozinha para a estatística. nada. nicles. niente.

desde o menino com quem casei no recreio da primária tinha eu 6 anos (rodeada de miúdas histéricas que atiravam fervorosamente o arroz roubado da cozinha à socapa)  até às últimas sms que recebi hoje de manhã, passaram-se muitas histórias e lições que vi  deitadas por terra. volto cá quando conseguir formular uma teoria para o que aconteceu. ou quando aceitar, derrotista, que os homens afinal não são todos iguais.
damn.


sexta-feira, 14 de março de 2014

do paleio de saco #8

''mas tu por acaso tens ar de quem iria perceber as minhas crises existenciais! 
és das poucas pessoas a quem teria coragem de mostrar o meu dark side...''



deixa estar Batman, fica para a próxima.

quinta-feira, 13 de março de 2014

das constatações* #14

Ser gaja é uma coisa muito complicada.
Comecemos por dizer que há uma elevada percentagem da camada feminina que odeia ser chamada de gaja. Admitamos, é bastante reles - a não ser quando usado em tom irónico e superior, atribuindo-nos uma certa vagabundagem sedutora (o que acontece muiiiiiito raramente).

Infelizmente, regra geral, o termo gaja é utilizado em duas circunstâncias:
- por homens, referindo-se àquela que comeram.
- por mulheres, referindo-se áquela que um qualquer gajo comeu.

É bastante triste um vocábulo ser assim tão redutor.
Mas, de facto, ser gaja tornou-se uma coisa bastante mais complicada do que o seu redutor significado comporta - e mesmo que existam muitas mulheres que odeiem ser chamadas de gajas, todas nós passamos pelo seu redutor significado uma vez ou outra. 



*é muito bom repescar ideias antigas que ainda não passaram de moda

segunda-feira, 10 de março de 2014

das amigas [que estão longe e sempre perto]


às vezes é engraçado como alguém com quem já não falamos há algum tempo pode dizer coisas tão acertadas.
isto por que, contextualizando, a J. já não vive em Portugal desde finais de 2012 (o que me custa para caraças) e apesar das novas tecnologias e afins, nem sempre estamos tão próximas como eu gostaria. viagens praqui e para acolá, empregos, horários, famílias e férias com namorados (e a porcaria da diferença horária!)  a última vez que estive com ela já lá vai em setembro/outubro e o tempo passa a voar e nem nos apercebemos de que passamos semanas sem dar notícias.
mas depois há aqueles dias em que nos lembramos . porque no fundo nunca nos esquecemos - e temos conversas enormes sobre coisas tão fúteis como a puta da V. ou coisas tão importantes como passar a vida ao lado de alguém. e a J. , que desde 2012 partilha a vida a 100% (99%, vá) com outra pessoa, disse-me há pouco algo tão simples que me deixou realmente a pensar:


Tu não podes calcular os risco de uma relação antes de ela ter começado. 

É impossível.


Cada dia é um dia, e tu sabes disso. 


Não podes ter a certeza de que uma pessoa não te vai magoar nem tu a ela. 


E as vezes é essa incerteza que faz com que as coisas durem. 


Começas a gostar, a querer cuidar, começas a habituar-te ao mimo e também o queres 

dar. 

Tudo pode acabar no dia seguinte mas o dia seguinte é depois




às vezes é engraçado como alguém com quem já não falamos há algum tempo (e cujo discurso positivo difere de todos os outros que temos por perto e até mesmo do nosso) pode dizer coisas tão acertadas - coisas de que nos esquecemos no dia-a-dia, tão preocupados com um futuro que teima em não chegar. para o bem e para o mal, é tão simples quanto isso:
o dia seguinte é depois. :)


quarta-feira, 5 de março de 2014

do carnaval

como diz a I. e muito bem, podemos ser quem quisermos.
nunca menos do que ser cruel(la) por mais um dia.


quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

das lições ao sexo oposto #2


há uma coisa chamada química que é assim tipo, incontornável, sabem?
e se houve coisa que aprendi ao longo dos anos e que uso como mantra é:
quando não há química, é impossível haver física

achei por bem partilhar com o gajedo que acha que só por ser atraente pode ter as mulheres que quiser.
errrr... não.



quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

das constatações #13

x.: estive com o (...) no outro dia
y.: f#deram?
x.: não! fomos tomar café



as mulheres são 1000 vezes piores do que os homens. 
1000 vezes.



segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

do tempo #10

aquele momento em que temos a certeza de que mudamos a vida de alguém:
quando o nosso primeiro namorado (na altura ateu, fã de led zeppelin, fumador, bêbedo estudantil e parte integrante da juventude comunista) decide ir para padre.