quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

do dia dos namorados



solteira ou acompanhada, a verdade é que nunca liguei muito ao assunto.
se acompanhada, era dia para fazer algo a dois, mas não há pachorra para peluches, bombons e jantares com velas em restaurantes cheios de casais. 
este ano, além de solteira, estou a trabalhar. 
por isso o jantar na área social do meu emprego vai ser bué animado :D

#queroumdicapriosópramim
#edêemumóscaraohomemquejáchateia

do tempo #8

que passa tão rápido que mal nos apercebemos.
e das músicas que fazem cada vez mais sentido. 
muito sentido.

#howmanysecretscanyoukeep?

domingo, 9 de fevereiro de 2014

da chuva #2

esta chuva anda a tirar-me do sério. é um dos piores invernos ou eu é que estou mesmo mariquinhas?
é que o pior deste tempo cinzento nem é o facto de ter de ir de galochas para o emprego ou de nem conseguir abrir um guarda chuva com o vento ou mesmo de parecer um leão na savana com os caracóis enfiados na boca. o pior mesmo é esta puta desta chuva conseguir aniquilar o sonho de algum dia viver em Londres: esqueçam, isto de ver sempre o céu cinzento é trauma para durar muitos anos.




quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

das mulheres



podia ser este tipo de mulher. 

mas em vez disso acho que prefiro ser uma com um nó muito bem dado.
daquelas que são de facto muito simples quando querem, sabem?

dessas.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

do Bublé

nunca desilude.
consegue fazer-me sempre sentir cada palavrinha, cada acorde, cada sorriso. e parece que a cada ano o homem melhora, fica cada vez mais carismático e mais talentoso! desta vez até o palco estava um espetáculo, com plataformas que se elevavam e que faziam a orquestra avançar e recuar e tudo e tudo e tudo. houve chamas, fogo de artificio, corações a esvoaçar... e voltou a roubar-me umas quantas lágrimas quando cantou sem microfone.
ele não é um sinatra porque sinatra só houve um: ele é o bublé. e isso é awesome.

#noshame
#guiltypleasure
















quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

do tempo #7

quando passados 3 ou 4 anos encontramos uma ex-amiga pelas redes sociais, constatamos a veracidade da máxima ''a vida faz-nos seguir em frente.''
o tempo passa e nós passámos pelo tempo: ela continua igual, com amigos diferentes. eu estou diferente, com amigos iguais.
nunca hei-de entender o que faz certas pessoas desaparecerem da nossa vida, mesmo depois de sabermos o quanto tentamos que ela ficasse; e ainda que se diga que os antigos saem para dar lugar a novos, eu sempre consegui articular os recentes com os antigos - tanto que este ano, por exemplo, tenho o casamento de uma das minhas melhores amigas de há mais de 10 anos (ex-amiga da que desapareceu, também) e que continua a ser a amiga de todos os dias, a par com os amigos de há 4 ou 5 anos atrás.
por isso é que adoro ter um coração T4: eu tenho espaço para todos, mas vai na volta o problema é que por vezes o espaço é tanto que eles se perdem lá dentro.
com ela, foi o que aconteceu, perdeu-se.
e quem perdeu, de facto, foi ela.


sábado, 18 de janeiro de 2014

de quando eles caem na armadilha


é tão bom quando temos a certeza de que ele está caidinho por nós e que faria qualquer coisa, não é?
de tal forma que até temos de nós conter para não sermos demasiado mandonas,
ou caso contrário até parece mal alguém sucumbir sempre às nossas vontades.



e sim, estou obviamente no gozo.
#getalife